Mesmo com o ponto já sendo cortado os professores do estado decidiram em assembléia realizada segunda-feira (7), em Salvador, a manutenção do movimento que se aproxima dos 30 dias. Os professores aguardam um parecer do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) que deve julgar um mandado de segurança em que a categoria pede o pagamento dos salários
do mês de abril. De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Bahia (APLB), os cortes na folha vão de 30 a 100%”. Foi encaminhada ao Ministro da Educação, Aloízio Mercadante, uma carta aberta relatando a greve na Bahia. O documento também foi entregue ao Ministério Público, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e ao Arcebispo de Salvador e Primaz do Brasil, Dom Murilo Krieger, convidado a intermediar as negociações junto ao governo do estado. Em Jequié, foi realizada uma assembléia na manhã de terça, 8, na Câmara de Vereadores sendo repassados informes sobre a greve. A greve atinge mais de um milhão de alunos na capital e no interior.
Fonte: Jequié repórter
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