Para a disputa pela sua sucessão em 2014, o governador Jaques Wagner (PT) admitiu que apesar de haver quatro pré-candidatos dentro de seu partido, outros nomes ainda poderão surgir até meados de 2013, quando afirmou que começará a definir sua posição na disputa. “(José Sergio) Gabrielli [presidente da Petrobrás) é um quadro aprovado na gestão, Walter Pinheiro [senador], é aprovado na densidade eleitoral; Moema [Gramacho, prefeita de Lauro de Freitas] é reeleita e tem cancha eleitoral localizada; Luiz Caetano [prefeito de Camaçari] também é reeleito, tem cancha eleitoral”, pontuou, relativizando a potencialidade dos dois últimos à capacidade de eleger seus sucessores. Quanto à possibilidade de Gabrielli sair da Petrobrás para assumir uma secretaria estratégica no governo estadual, a fim de ganhar projeção no eleitorado baiano, o governador aconselhou: “Aí tem é decisão dele de dizer ‘eu quero enveredar para isso, vou sair da Petrobrás e vou integrar o governo para tentar me credenciar’. O governador comparou a possível candidatura de Gabrielli com a eleição da presidente Dilma Rousseff, que “não tinha projeção eleitoral”, mas agregava “densidade partidária” e herdou a popularidade do presidente Lula para sucedê-lo. “Ele aportou a ela a densidade eleitoral, porque sabia que era um bom quadro. Isso pode ser feito. Gabrielli é um quadro. É claro que se ele tem a pretensão de ser candidato, tem que prestar serviço aqui para se credenciar”. Com o partido divido entre quatro pré-candidaturas, cada uma posicionada em uma tendência interna, o governador endossou que não irá “botar a mão em ninguém até meados de 2013” para “não dividir as energias do partido”. Na oportunidade, o petista não desconsiderou a possibilidade de nomes de outros partidos da base ganharem força.
Fonte: BN
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